Programa REBOBINAGEM POLÍTICA

No programa desta semana, o jornalista Fred Lima falou sobre a escolha de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda; se Dilma dará ou não autonomia para o novo ministro fazer as mudanças necessárias na política econômica etc. Sobre a política do DF, Fred lembrou do relatório do Conselho Regional de Medicina (CRM) entregue ao GDF, mostrando pioras em todas as áreas da saúde, desde o atendimento imediato até a última etapa. No Entorno, o jornalista lembrou da investigação do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) nos gastos com limpeza da Prefeitura de Novo Gama. O aumento do IPTU em Valparaíso de Goiás também foi lembrado no programa. Assista:

Da Redação

DF – Da série: Saúde, uma área onde o PT sempre fracassou

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Por Fred Lima

Um relatório bombástico do Conselho Regional de Medicina promete fazer de Rafael Barbosa o pior secretário de Saúde da história do DF. O documento será entregue esta semana ao GDF, indicando pioras em todos os níveis, que vai das Atenções Primária, Secundária e Terciária da saúde pública.

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Rafael Barbosa, quem diria, continua no olho do furacão

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Sensacionalismo a parte, uma bomba está por ser detonada nos próximos dias. Os estilhaços atingiriam em cheio Rafael Barbosa, ex-secretário de Saúde do Distrito Federal, e Marco Antônio Campanella, ex-diretor do DFtrans. A serem verídicas as informações, inquéritos policiais que repousam sobre a mesa de Jorge Xavier, diretor-geral da Polícia Civil, ganhariam contornos de realismo por ordem e graça do Ministério Público Federal.

Fonte: Notibras

Com a faca e o queijo nas mãos do povão

Rafael Barbosa e Alexandre Padilha. Reprodução

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Por Kleber Karpov

Reflexos da péssima qualidade da saúde pública não decola candidatos petistas de SP e do DF

Em uma matéria da Veja, o jornalista Lauro Jardim, no “Seu Voto no Radar”, explica no quadro “Seu Voto no Radar”, a mudança do Petista Alexandre Padilha (PT-SP) na disputa ao governo do estado de São Paulo. Nela Jardim observa que a estratégia política definida pelo candidato e pela cúpula do PT será adotar uma postura mais agressiva em relação à ‘bater’ não só em Geraldo Alkmin (PSDB), mas também em Paulo Skaf (PMDB), para não perder as eleições de forma muito vexaminosa.

O PT tem sentido reflexo da mesma causa em todo o país. Padilha e Cia apostaram no programa ‘Mais Médicos’ como salvação da pátria da saúde brasileira, no entanto só o PT não vê que permanece o caos no atendimento hospitalar. Isso com o agravante de terem conquistado a rejeição da classe médica e até da sociedade que além de não ver mudanças ainda se depara com notícias de hospitais até sendo fechados.

No andar de cima, em âmbito de presidência, Dilma também leva a mesma paulada, mesmo com 12 minutos de propaganda política no horário eleitoral contra dois de Marina Silva, sua principal concorrente. Dilma medianamente tem ficado em empate técnico com Marina e pelo cenário político pode perder as eleições em segundo turno para a terceira via que quebrou a hegemonia da polarização PSDB e PT.

Em Brasília, o ex-secretário de saúde, Rafael Barbosa (PT-DF), passa pelo mesmo problema. Candidato a deputado federal, se candidatou baseando-se na ‘boa’ gestão da saúde da Capital Federal. Mas se esbarra com a ineficiência dos atendimentos médicos, mesmo estando em uma gestão que inaugurou Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Centros de Atendimentos Psicossociais (CAPs) e até um hospital da criança.

Embora seja a primeira eleição, Barbosa não tem carisma e herda do governo Agnelo a percepção do desprestígio do governador. Isso porque além de ter a segunda pior avaliação do país, Agnelo traz na alcova dos legados do PT-DF: a falta de médicos, principalmente em pediatria; falta de remédios, equipamentos e instrumentos hospitalares; mortes associadas à omissão ou por péssimo atendimento das unidades de saúde, mesmo após realização e contratação de profissionais de saúde, temporários e por concursos públicos; investimentos milionários e ineficientes em mobilidade a exemplo do Veículo Leve sobre Pneus (VLP); e o mais grave, o gasto de cerca de R$ 2 bilhões no Estádio Nacional Mané Garrincha.

Os resultados nas pesquisas de opinião, ao que tundo indicam, não garantem uma cadeira à Barbosa na Câmara Federal. Em seu primeiro voo em uma candidatura proporcional, após gerir a pasta da Secretaria de Saúde poderia estar melhor colocado, a exemplo do colega, Sandro Avelar (PMDB-DF), responsável pela pasta da Segurança Pública.  Ao que tudo indica, a carreira política corre o risco de não decolar.