Agnelo deve estar assistindo muito a série De Volta para o Futuro. Ou: Governador mostrou o verdadeiro legado que deixará à cidade

Agnelo e De Volta para o FututoPor Fred Lima

No filme De Volta para o Futuro, o personagem Marty McFly tinha uma família de classe média baixa, bem como um pai covarde, que vivia sofrendo assédio moral de Biffi Tannen, o inimigo número 1 de sua família. Ao retornar para o passado em uma máquina do tempo, McFly altera todo o destino de seus pais. De volta para o futuro, o personagem vê um mundo diferente, onde Biffi era um empregado subordinado ao seu pai, assim como a condição financeira de sua família tinha melhorado.

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Manual do pior governador do Brasil

Agnelo Queiroz na posse de CrivellaPor Fred Lima

O blog teve a ideia de criar o manual que Agnelo Queiroz (PT) usou durante seus quatro anos de governo no DF. Vários governadores no país já usaram tal manual e se deram bem eleitoralmente, mas apenas em regiões onde o acesso à informação era pouco. Veja o manual do pior governador da história do DF:

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Quem pisou neste tomate?

images4C2VK5VXE quem pisou no tomate foi…

O deputado distrital Chico Vigilante (PT). Parece que a ficha da derrota e reprovação do governador Agnelo Queiroz ainda não caiu para o deputado. Ao invés de aproveitar o momento crítico para fazer reflexões sobre o futuro político de seu partido no DF, Chico prefere levar até as ultimas consequências o revanchismo político contra o governador eleito, Rodrigo Rollemberg (PSB), e seu vice, Renato Santana.

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Quem pisou neste tomate?

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O deputado distrital Chico Vigilante (PT), ao tentar criar cortina de fumaça, criticando, ontem (12), no Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), os funcionários da empresa de transporte Pioneira, por causa da greve, alegando que estão chantageando o GDF, visando prejudicar o governador Agnelo Queiroz.

Chico, ninguém quer derrubar o Agnelo, viu? Ele já caiu no próprio buraco que cavou!

Por falar em Agnelo, todos os dias o governador pisa no tomate. Perdeu até a graça!

Da Redação

Agnelo trai os amigos e articula renúncia para virar conselheiro

Agnelo Queiroz na posse de CrivellaO governador Agnelo Queiroz (PT) está articulando sua renúncia para meados de novembro. A ideia é ceder a cadeira ao vice Tadeu Filippelli para um mandato tampão de 45, no máximo 50 dias. Se a jogada der certo, com lances inspirados na cartilha de Maquiavel, Brasília assistirá ao maior golpe de toda a sua história.

O enredo não é só maquiavélico, como hollywoodiano. O roteiro, ressalvada a busca de resultados, talvez não se associe a Golpe de Mestre, filme protagonizado por Paul Newman e Robert Redford. Mas que se trata de uma brilhante rasteira na sociedade (e na classe política), não resta nenhuma dúvida.

O alvo do projeto arquitetado por Agnelo Queiroz é uma das sete cadeiras do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Um cargo vitalício, que confere ao ocupante inúmeras vantagens. Mas que fere, na eventualidade de a ideia vingar, o princípio da segregação de funções na administração pública.

É verdade que não existe na lei nada que regule esse princípio, de forma a vetar nomeações de autoridades para postos vitalícios. Porém, quando se trata do serviço público, a Constituição adverte governantes quanto a legalidade, impessoalidade e moralidade dos seus gestos.

Se levar seu plano adiante, Agnelo Queiroz estará confrontando o princípio da moralidade. E não vai separar sua condição de ex-governador com a de juiz dos seus atos. Porque, como conselheiro, caberá a ele, com outros seis colegas, julgar as próprias contas. Vai condenar a legalidade, matar a impessoalidade e enterrar a moralidade.

Isso porque, mesmo que se abstivesse de julgá-las por incontestável suspeição, ainda assim estaria presente seu evidente interesse pessoal na questão.

A descoberta desse novo lado maquiavélico de Agnelo Queiroz provocou duas baixas imediatas entre aqueles até então tidos como merecedores do respeito e da amizade do governador. São Cláudio Monteiro, que, para tocar a reeleição, desistiu de concorrer a uma vaga praticamente garantida na Câmara Legislativa; e o deputado Wasny de Roure, presidente daquela Casa.

Agnelo havia sinalizado aos dois que, reeleito, abraçaria as duas candidaturas para as vagas de Manoel Andrade e Domingos Lamoglia. O primeiro está se aposentando. E o segundo, prestes a ser afastado das funções que ocupa graças a uma manobra espúria do então governador José Roberto Arruda.

Mas há um outro personagem em cena que articula um nome diferente do de Agnelo Queiroz para uma das vagas. É o conselheiro Paulo Tadeu. Ele tem confidenciado a amigos próximos que alimenta cada vez mais o sonho de, em 2018, trocar o gabinete do Tribunal de Contas pela cadeira mais alta do Palácio do Buriti.

Paulo Tadeu colocou as cartas na mesa. Para se fortalecer dentro do PT, precisa recompor seu grupo na Câmara Legislativa, onde terá na próxima legislatura o irmão Ricardo Vale como fiel escudeiro. O próximo passo será trabalhar para fazer de Wasny de Roure conselheiro. Com isso, devolve o mandato a Cláudio Abrantes, primeiro suplente das hostes petistas e de cuja fidelidade ninguém duvida.

É aqui que entra a parte hollywoodiana do roteiro traçado por Agnelo Queiroz. Se aceitar assumir o resto do mal traçado caminho da aliança PT-PMDB, Tadeu Filippelli vai ter muitas falas, e o público, muito o que falar dele, como com certeza já falam do governador.

E Golpe de Mestre ganhará um novo cenário. Talvez o do Buriti não seja tão diferente quanto o de Hollywood, que assistiu a dois vigaristas passarem a rasteira no assessor de um mafioso, embolsando uma bolada. O problema é que o chefe da quadrilha decidiu se vingar. Daí a se repetir o conto do vigário, não vai muita distância.

José Seabra

Fonte: Notibras

Dobradinha Paulo Tadeu-Rollemberg para garantir empregos

Reprodução

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“No governo do Rodrigo Rollemberg ninguém do nosso grupo vai ficar desempregado. Os cargos comissionados que ocupamos em diferentes secretarias e administrações regionais estão garantidos”.  A frase vem sendo atribuída a Paulo Tadeu, conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Teria sido dita a um grupo de 1 mil 500 correligionários, ainda durante o 1º turno. Paulo Tadeu é o mesmo que, quando secretário de Governo de Agnelo Queiroz (PT) se negou a receber os 200 mil reais do ex-soldado João Dias, que devolvia dinheiro pago a título de suposta propina.

Fonte: Notibras

Wasny, respeitado e conciliador, promete costura para sucessor

WasnyEmbora o PT tenha amargado uma derrota sem precedentes nas urnas em Brasília, o presidente da Câmara Legislativa, Wasny de Roure, reeleito para mais um mandato de deputado distrital, continua com o prestígio em alta. Tanto que tem sido procurado em seu gabinete por novos e velhos parlamentares, para consultas sobre a composição da próxima Mesa Diretora. Wasny avalia que é cedo falar no nome do seu sucessor, mas promete colocar toda a sua experiência e poder de conciliação, para a formação de uma chapa de consenso.

Fonte: Notibras

Opinião: O PT-DF e suas contradições

PT-DF reunido. Reprodução

PT-DF reunido. Reprodução

Por Fred Lima

Nas eleições de 1998, 2002 e 2010, era comum ouvir petistas da Capital Federal bradarem por todos os cantos que o ex-governador Joaquim Roriz só tinha votos entre os desinformados que moravam em Samambaia, Estrutural, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Santa Maria, Itapoã, Ceilândia etc. Agora, com a candidata-presidente Dilma Rousseff só obtendo votos em peso no Nordeste, os petistas candangos se indignam quando alguém afirma que só os desinformados nordestinos votam no PT. Ora, não era isso que eles sempre diziam dos eleitores do Roriz?

O PT-DF, até 2010, era considerado um partido da classe média de Brasília. Os votos do partido estavam sempre concentrados no Plano Piloto, Lago Sul/Norte, Cruzeiro, Guará, Sobradinho e Park Way. Somente quando se coligaram com o PMDB – partido que já obtinha muitos votos na periferia do DF –, o PT passou a receber parte dos votos de moradores das satélites que antes diziam ser currais eleitorais do rorizismo.

É engraçado ver deputados distritais e federais do PT-DF criticando veementemente as supostas declarações xenofóbicas de integrantes do PSDB contra o Nordeste. Quer dizer que quando o partido só obtém votos em regiões pobres do país não se pode criticar a falta de informação do povo, mas quando só tem votos na elite brasiliense aí se pode criticar a periferia do DF? Onde está a coerência?

Da Redação