O dilema de Rollemberg: O retrovisor ou o binóculo?

images (4)Por Fred Lima

Em um automóvel, o motorista geralmente só olha para o retrovisor quando quer mudar de faixa ou então no momento em que outro veículo está em sua traseira pedindo passagem. Se o condutor só ficar olhando para o retrovisor e se esquecer de olhar para frente, acabará colidindo, pois sua atenção maior deve ser o que está adiante, não atrás.

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Os 15 dias de Rollemberg após a eleição: Governador eleito está no rumo certo

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Por Fred Lima

Gostem ou não do governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB), a verdade é que seus acenos e atitudes, até o momento, antes de tomar posse, segue exatamente o caminho inverso do atual governador do DF, Agnelo Queiroz (PT). Enquanto Rollemberg demonstrou preocupação com os moradores do Entorno, já se reunindo com o governador reeleito de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), para tratar sobre ações conjuntas em benefício da região, Agnelo só se preocupou com os vizinhos da Capital Federal na eleição de 2010, em comício na cidade de Valparaíso de Goiás, mas praticamente esqueceu sua promessa de auxílio durante seus 4 anos de governo. Em um debate no primeiro turno, por exemplo, Agnelo até fez piada ao dizer que Rollemberg nada fez no Senado, a não ser um projeto de lei que integra o Entorno ao DF. “Rollemberg sabe que seria tolice ignorar o Entorno, pois vários moradores daqui votam no DF. Além disso, pelo fato dele já demonstrar preocupação antes de ser candidato a governador mostra a sensibilidade que tem com o povo sofrido da região”, afirmou Sebastião Rocha, 47, morador da Cidade Ocidental.

Outra área que o governador eleito do DF parece dar mais atenção que o atual é o relacionamento com a imprensa. Após uma reunião na última sexta-feira (7), que acertou alguns detalhes da criação da futura Associação Brasiliense dos Blogueiros de Política (ABBP), entidade que irá representar os blogs políticos do DF, o vice-governador eleito, Renato Santana, ligou no dia seguinte ao escolhido pelos blogueiros  para assumir a presidência da associação, o professor de jornalismo e cientista político Francisco Paula Lima Júnior. “Recebi com alegria a ligação do vice-governador eleito, que nos parabenizou e ressaltou a importância que terá a associação para os blogs. É uma atitude louvável para quem ainda nem tomou posse”, declarou Francisco.

Rollemberg receberá uma herança maldita de Agnelo, como o maior rombo nas contas públicas da história do DF. O caminho que o governador eleito terá que trilhar será cheio de percalços, mas suas atitudes, até o momento, vêm demonstrando seriedade e vontade de mudar o que aí está. Sua promessa de campanha não foi um seguir “novo caminho”, mas um jeito sério de se fazer política em benefício da população. Parece que ele não estava blefando.

Da Redação

Agnelo e Rollemberg devem se reunir na sexta para tratar da transição

Segundo Doyle, até 100 pessoas participarão da transição pelo lado de Rollemberg.

Segundo Doyle, até 100 pessoas participarão da transição pelo lado de Rollemberg.

Processo será centralizado em quatro ou cinco pessoas pelo lado do novo governo, além de mais de 20 grupos temáticos e um conselho político

O primeiro encontro oficial entre o governador Agnelo Queiroz (PT) e o eleito Rodrigo Rollemberg (PSB) está marcado para ocorrer na manhã de sexta-feira, possivelmente no Palácio do Buriti. Na reunião, eles vão tratar das providências iniciais para a transição. Enquanto isso, os grupos ligados ao atual e ao futuro chefes do Executivo continuam a se organizar internamente para agilizar o processo.

Ontem, o coordenador-geral do novo governo, Hélio Doyle, confirmou ao Correio que a equipe terá um núcleo de quatro ou cinco pessoas centrais, além de mais de 20 grupos temáticos e um conselho político — formado pelos partidos que participaram da campanha. Da parte do governo atual, está definido que o trabalho ficará concentrado em uma equipe ligada a seis áreas principais: Casa Civil, Casa Militar, Governo, Administração, Transparência e Comunicação/publicidade.

Por enquanto, o futuro governo ainda não decidiu quantos nomes indicará durante a transição. A atual administração reservou, de início, 15 vagas comissionadas (13 civis e duas militares) a serem ocupadas. “Ainda não tratamos sobre isso. Mas é uma coisa usual e importante, até porque podemos indicar técnicos que trabalham em outros órgãos para ficar à disposição do governo de transição”, admitiu Doyle. A estimativa é de que o grupo total do novo governo, na transição, possa ter até 100 pessoas. Em vez de dividir as áreas em grupos incluindo várias áreas, a equipe tem preferido trabalhar com a ideia de aumentar a abrangência. “A intenção é ampliar a cobertura para chegar a todos os setores”, justifica o coordenador.

Fonte: Correio Braziliense

Rollemberg, Renato e o desafio de reaver o DF que o povo quer

ReproduçãoPor Kleber Karpov

A população do Distrito Federal deu o seu recado nos dois turnos do processo eletivo de 2014. No primeiro ao dar um basta ao governo de Agnelo Queiroz (PT-DF), que foi sinônimo de ostracismo, de descumprimento de promessas, de incapacidade de gerência, de gastos com obras superfaturadas e não prioritárias, do inchaço da máquina pública com cargos comissionados não garante reeleição.

O DF disse ainda que apenas uma mocinha em um hospital vestida de “Posso Ajudar”, não resolve os problemas com saúde de nossa cidade; que fazer inaugurações simbólicas ou monitorar hospitais do gabinete por meio de câmeras de vídeo não garante o atendimento de pacientes; que não pretende continuar a colocar crianças em ônibus para estudar em outras cidades.

Já no segundo turno o recado foi mais importante. A população acenou que não permitirá que a cidade continue a ser um celeiro de corruptos;  que é consciente que apenas o preço da passagem de R$ 1,00 não resolve outros problemas graves como saúde, segurança e educação; que não está disposta a ser manipulada ou enganada com falsas promessas.

Mais que isso, que a sociedade brasiliense deixou claro que aprendeu a discernir em meio a uma campanha eleitoral que aprendeu a identificar candidatos que usam de jogos sujos, sórdidos e mentirosos para tentar ganhar uma eleição.

Já para Rodrigo Rollemberg (PSB) e Renato Santana (PSD-DF) o recado do povo foi mais contundente. Isso porque ao dar ao novo governador e vice, um voto de confiança, deixou claro que a população estará atenta as ações, iniciativas e à forma de fazer política na cidade. A cidade se expressa favorável às mudanças, mas em uma gestão eficiente, limpa e transparente com o compromisso de que se resolvam os problemas da população do DF.

Parabéns a população do Distrito Federal, pelo discernimento na escolha dos candidatos. E a Rollemberg, Renato por aceitarem esse grande desafio de fazer com que toda a população do DF volte a se orgulhar de serem os filhos da capital do país.

Fonte: Política Distrital

Candidatos ao GDF participam de debate da TV Globo nesta quinta-feira

Reprodução

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Concorrentes passam o dia em preparação; debate começa às 22h.
Pela manhã, Frejat tem reunião de coordenação com equipe de campanha.

Os candidatos ao Governo do Distrito Federal no segundo turno da eleição participam de debate da TV Globo nesta quinta-feira (23). O evento começa depois da novela Império.

O candidato Jofran Frejat (PR) tem reunião de coordenação de campanha pela manhã, e passa o dia em preparação para o debate eleitoral.

Rodrigo Rollemberg (PSB) não tem outros compromissos marcados na agenda, e passa o dia em preparação para o debate eleitoral.

Confira a agenda dos candidatos de segundo turno ao GDF nesta quinta (23):

Rollemberg
Durante o dia – Preparação para o debate da TV Globo
22h – Debate eleitoral na TV Globo

Frejat
9h – Reunião de coordenação
Tarde – Preparação para o debate da TV Globo
22h – Debate eleitoral na TV Globo

Fonte: G1

Instituto Exata: Rollemberg lidera com 44% das intenções de voto

Rollemberg e Frejat. Reprodução

Rollemberg e Frejat. Reprodução

Rollemberg continua a liderar intenções de voto no DF

Duas mil pessoas foram entrevistadas entre os dias 16 e 18 de outubro. A margem de erro é de 2%, com nível de confiança de 95%

O candidato a governador do DF Rodrigo Rollemberg (PSB) tem 44% das intenções de voto, de acordo com pesquisa do Instituto Exata Opinião Pública, que foi divulgada nesta segunda-feira (20) pelo Balanço Geral DF. Jofran Frejat (PR) aparece com 37%. A porcentagem dos indecisos é de 11% e os brancos e nulos somam 8%.

Na avaliação apenas dos votos válidos, Rollemberg aparece com 54%. Na pesquisa anterior, de 12 de outubro, ele estava com 59%. Frejat tem agora 46% dos votos válidos, antes, somava 41%.

O Instituto Exata também avaliou como está a preferência dos brasilienses para a eleição para presidente. Entre os votos válidos, o candidato Aécio Neves (PSDB), aparece com 63% das intenções no DF. Já Dilma Rousseff (PT) tem 37% dos votos dos brasilienses.

Fonte: Portal R7

Rollemberg modera tom em debate em rádio; Frejat insiste no ataque

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Os dois candidatos se enfrentaram novamente em debate nesta segunda-feira (20/10)

Um dia depois do debate em rede de televisão, os candidatos ao governo do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) se enfrentaram novamente. Em quase uma hora, os dois defenderam propostas em dez blocos de perguntas. Enquanto Rollemberg usou o tempo para expor o plano de governo, Frejat insistiu em uma postura mais agressiva. O encontro desta vez foi promovido pela rádio CBN, na manhã desta segunda-feira (20/10), a menos de uma semana do segundo turno das eleições. No domingo (26/10), 1,8 milhão de eleitores devem ir às urnas para escolher o novo chefe do Executivo local.

Jofran abriu o primeiro bloco com uma pergunta sobre transporte público. Lembrou que implementará a tarifa de R$ 1 em janeiro de 2015, e afirmou que Rodrigo Rollemberg nunca precisou andar de ônibus e, por isso, é contra a proposta. Ele definiu como “terror” o posicionamento do socialista, ao dizer que a proposta para o setor é “demagógica e eleitoreira”. O pessebista afirmou que o partido chegou a apresentar uma proposta de introduzir o transporte como direito constitucional. “Devemos caminhar para, no futuro, termos uma tarifa zero. Mas a sua proposta, tirada da cartola, mostra um desespero seu por causa dos resultados nas urnas”, afirmou.

Os dois concordaram sobre a importância de desburocratizar a máquina pública. Ao alfinetar Rollemberg e tentar associá-lo a Agnelo, Frejat afirmou que o atual governo está sem recursos para pagar os salários até dezembro. Ressaltou que o orçamento do DF é alto, mas que pouco do montante total é destinado a investimentos. “Temos um orçamento de R$ 33 bilhões, mas só 1% é aplicado em investimentos. A máquina está inchada”, criticou. Rollemberg afirmou que a principal proposta é simplificar procedimentos. “Além da redução de cargos comissionados, reduzir o número de secretarias”, explicou o candidato, que quer também, caso seja eleito, radicalizar na transparência, com a criação de um conselho com o contas abertas para fiscalizar as contas do governo. “Queremos a população do nosso lado fiscalizando os gastos”.

Jofran Frejat fez, mais uma vez, duras críticas ao senador por ele ter escolhido Hélio da Silva Lima para ser seu suplente. Sindicalista, ex-dirigente do PT e hoje filiado ao PSD, o político foi acusado em 2010, pelo próprio Rollemberg, de abusar sexualmente de uma sobrinha. “Você o acusou de abuso sexual, mas ele vai assumir o seu lugar no Senado se você for eleito, para sentar ao lado de Reguffe e Cristovam Buarque”, criticou Frejat. Rollemberg pediu o direito de resposta, concedido pela rádio CBN. Assim como no debate televisivo, promovido ontem pela Rede Record, Rollemberg afirmou que Frejat estava sendo “leviano e que estaria sendo inclusive processado por Hélio da Silva pela acusação feita em rede nacional”.

Em pergunta de tema livre, Frejat falou sobre a comunidade de Santa Luzia, na Estrutural. Perguntou a Rodrigo Rollemberg o que faria pelos moradores do local. “Em 1º de fevereiro de 2002, o candidato era contra a Estrutural, conforme publicado em matéria do Correio Braziliense. Hoje Santa Luzia está ocupada. O que pretende fazer com esse local?. Mudou de ideia?”. Rollemberg reconheceu ter errado, mas que lutaria para cuidar “com carinho e atenção” tanto desta quanto de outras regiões do DF. “Votei contra a efetivação da Estrutural porque achava que estava fazendo um bem à população. Depois disso eu apoiei diversas cooperativas e pude conhecer melhor a Estrutural e percebo que a Estrutural teria que ser efetivada”, admitiu. Frejat alfinetou: “Você muda de ideia como quem muda de camisa, mas ainda bem que você mudou de ideia”.

Sobre a educação na capital do país, Frejat falou sobre a importância de criar a Universidade do DF e definiu com quatro pilares do plano de governo, caso eleito. “Vamos implantar de fato a escola integral, a bolsa universitária, o estudo técnico de qualidade e a universidade do DF”, afirmou. O candidato falou ainda sobre a intenção de regularizar todos os condomínios do DF e sobre não permitir mais nenhuma invasão que prejudique o meio ambiente. “Brasília precisa deixar de ser uma cidade ilegal”. Rollemberg reafirmou a necessidade de ensino em tempo integral, investimento em capacitação de professores e revisão do currículo das escolas, “transformado a escola em um ambiente transformador”, disse. “Tenho convicção de que isso vai transformar o DF, que será um exemplo de inovação para o Brasil”.

Fonte: Correio Braziliense

Dobradinha Paulo Tadeu-Rollemberg para garantir empregos

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“No governo do Rodrigo Rollemberg ninguém do nosso grupo vai ficar desempregado. Os cargos comissionados que ocupamos em diferentes secretarias e administrações regionais estão garantidos”.  A frase vem sendo atribuída a Paulo Tadeu, conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Teria sido dita a um grupo de 1 mil 500 correligionários, ainda durante o 1º turno. Paulo Tadeu é o mesmo que, quando secretário de Governo de Agnelo Queiroz (PT) se negou a receber os 200 mil reais do ex-soldado João Dias, que devolvia dinheiro pago a título de suposta propina.

Fonte: Notibras

Em debate, candidatos ao GDF apresentam poucas propostas e trocam duras acusações

Rollemberg e FrejatComparações com o governador Agnelo Queiroz (PT) e processos administrativos deram o tom da discussão

Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) trocaram duras acusações no debate realizado pelo Correio Braziliense e a TV Brasília na noite desta quinta-feira (16/10). O primeiro e o segundo bloco foram tomados por ataques diretos e poucas propostas. Enquanto Rollemberg tentava ligar Frejat ao grupo de Arruda e Luiz Estevão, Frejat comparou o pessebista com o governador Agnelo Queiroz (PT).

Rollemberg classificou a proposta de Jofran Frejat (PR) de destinar o IPVA para custear a tarifa de ônibus por R$ 1 como eleitoreira. “A população não é boba. É como se o dinheiro do IPVA estivesse parado. Esse dinheiro vai para a educação e  saúde. Quem vai ganhar são os donos das empresas de ônibus, que vão ter esse dinheiro certinho”, disse em resposta à Jofran.

A saúde foi um dos temas centrais nas trocas de farpas entre os postulantes ao GDF. O pessebista classificou como “leviana” a gestão de Frejat, secretário da área em quatro oportunidades no Distrito Federal.

Após lamentar o “nível” do debate, com diversas trocas de acusações, Rollemberg disse que vai equipar hospitais e que “saúde não se faz construindo hospitais, quem faz é o secretário de Obras”. Frejat respondeu que esteve lá para “consertar o trabalho mal feito” de outros governos e exaltou conquistas a nível nacional, classificando o socialista de leviano. “Fui eu que criei o Saúde na família”, ressaltou.

Ainda no clima de tensão, o político do PR alegou que a família do ex-senador teria sido beneficiada pelo governo, na época em que o oponente trabalhava em um ministério. “É um absurdo que no final da sua vida você esteja mentindo”, disparou Rollemberg. ” No fim da vida? Por que? Você vai me matar?”, reagiu Frejat.

Questionado sobre as eleições diretas para administradores, Rollemberg defendeu que a população conhece a cidade e tem que escolher o administrador. Se tiver algum caso de corrupção, o ex-senador alegou que irá fazer uma lei para prever o mecanismo de troca e de eleição para o cargo. Em seguida, o candidato, munido de papéis com denúncias contra o adversário, partiu para o ataque acusou Frejat de desviar recursos.

Sobre a Companhia Energética de Brasília (CEB), concorrente do PR afirmou que o DF tem orçamento e é preciso investir. “Esse governo não se preocupou em recuperar a Companhia”, frisou. “Se ficarmos só no discurso, vamos comprometer seriamente nosso sistema de energia”, complementou. Ainda sobre a CEB, Rollemberg afirmou: “Vamos fortalecer a CEB e todas as empresas públicas do DF. Vamos garantir investimentos e tecnologia”.

Nas considerações finais, Frejat seguiu o script feito para o debate: comparou Rodrigo Rollemberg ao impopular governador Agnelo Queiroz (PT), antigo aliado do pessebista. “Meu adversário já demonstrou contra a tarifa de R$ 1, pois não a propôs. Ele fazia parte do governo do Agnelo, que não funcionou. Ele é o Agnelo dois, mas, assim como o rato abandona o navio quando este afunda, ele deixou o barco”, discursou.

Na contramão do discurso de Frejat, Rollemberg se desvencilhou da imagem de Agnelo. E a classificou como negativa para o DF, assim como a coligação do candidato do PR, aliado, entre outros, de José Roberto Arruda e Luiz Estevão. “Me senti na na obrigação de ser candidato a governador por não me confirmar em ver Brasília com as alternativas que tínhamos”, afirmou. “Uma que representava a incompetência e ineficiência do atual governo, e outra que representava as práticas que levaram Brasília ao maior escândalo da história do DF”, completou.

Fonte: Correio Braziliense

Otimismo exagerado

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Por Fred Lima

A propaganda eleitoral de Rodrigo Rollemberg (PSB) prega um otimismo exagerado que chega a ser surreal. Em caso de vitória, o candidato do PSB terá que descascar um abacaxi deixado por seu antecessor. Detalhe: o abacaxi é azedo!

Alguns diriam: poxa, Fred, você não acredita em dias melhores para o DF? Eu respondo: fé eu tenho, mas os problemas da Capital Federal não se resolverão  apenas se Rollemberg andar sobre as águas ou transformar pedras em pães. O candidato não pode esquecer que quanto mais otimismo é transmitido, maior será a cobrança após a posse, se for eleito. Foi assim que Agnelo decepcionou a população.

De uma coisa ninguém pode discordar: Rollemberg é um grande articulador político. O PSDB-DF, por exemplo, foi para seu lado após anos ligado ao grupo político rorizista. Vamos ver se ele também será um grande administrador. O tempo dirá!

Da Redação