Candidatos ao GDF participam de debate da TV Globo nesta quinta-feira

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Concorrentes passam o dia em preparação; debate começa às 22h.
Pela manhã, Frejat tem reunião de coordenação com equipe de campanha.

Os candidatos ao Governo do Distrito Federal no segundo turno da eleição participam de debate da TV Globo nesta quinta-feira (23). O evento começa depois da novela Império.

O candidato Jofran Frejat (PR) tem reunião de coordenação de campanha pela manhã, e passa o dia em preparação para o debate eleitoral.

Rodrigo Rollemberg (PSB) não tem outros compromissos marcados na agenda, e passa o dia em preparação para o debate eleitoral.

Confira a agenda dos candidatos de segundo turno ao GDF nesta quinta (23):

Rollemberg
Durante o dia – Preparação para o debate da TV Globo
22h – Debate eleitoral na TV Globo

Frejat
9h – Reunião de coordenação
Tarde – Preparação para o debate da TV Globo
22h – Debate eleitoral na TV Globo

Fonte: G1

Aécio e Dilma amenizam o tom e discutem propostas em novo debate

Dilma e Aécio no debate da Record. Reprodução

Dilma e Aécio no debate da Record. Reprodução

Presidenciáveis participaram do terceiro debate do 2º turno, na TV Record.
Ataques se deram em torno de temas, sem agressões de caráter pessoal.

Os candidatos a presidente Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) trocaram críticas em debate na noite deste domingo (20) na TV Record, mas privilegiaram a discussão de propostas e amenizaram o tom agressivo dos dois confrontos anteriores do segundo turno, o do SBT, na última quinta (16), e o da TV Bandeirantes, na terça (14). O G1 acompanhou em tempo real (veja aqui).

Durante todo o debate, eles se trataram por “candidato” ou “candidata”, sem se dirigirem um ao outro pelos nomes. Aécio chegou a afirmar, logo na primeira questão formulada a ele por Dilma, sobre o Supersimples: “Agradeço a qualidade da sua primeira pergunta”. Em seguida, os dois presidenciáveis passaram a fazer acusações um ao outro, mas dentro de questões que abordaram temas de governo.

Ao perguntar sobre violência, Aécio disse que a rival “tem problemas com números”.

Sobre direitos trabalhistas, Dilma questionou o tucano sobre supostas “medidas impopulares” que tomaria se eleito. Ele respondeu falando em demissões na indústria de São Paulo, apontando os “piores” números de crescimento econômico.

O tucano lembrou falas anteriores da petista de que a inflação está sob controle, mas perguntou por que países vizinhos crescem mais com inflação menor. “A inflação está aí”, disse Aécio. “Vocês sempre gostaram de plantar inflação para colher juros”, respondeu Dilma.

Em diferentes momentos do debate, os dois divergiram sobre a paternidade de programas sociais. Dilma se referiu ao “meu Bolsa Família”. “Não faça isso. O Bolsa Família não é seu”, retrucou o candidato. Dilma disse que Aécio questiona algo que “o mundo reconhece”.

Quando debateram sobre o Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), Dilma afirmou que o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) proibiu a construção de escolas técnicas. “Não consigo entender essa obsessão de ter um programa para chamar de seu. O seu governo não inventou as escolas técnicas”, disse Aécio.

O tucano questionou Dilma sobre a Petrobras. Neste sábado, ela admitiu que houve desvios de recursos na empresa. Ele quis saber se a candidata confia no tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que teria obtido recursos para campanhas do partido por meio da empresa.

“Da última vez que um delator denunciou alguém do seu partido, no caso do metrô e dos trens, o senhor disse que não confiava na palavra de um delator”, afirmou Dilma. “Se a senhora acha que houve desvios, a senhora está confiando na palavra do delator. Por que ao longo desses anos não se tomou providência?”, indagou o tucano.

Fonte: G1

Rollemberg modera tom em debate em rádio; Frejat insiste no ataque

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Os dois candidatos se enfrentaram novamente em debate nesta segunda-feira (20/10)

Um dia depois do debate em rede de televisão, os candidatos ao governo do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) se enfrentaram novamente. Em quase uma hora, os dois defenderam propostas em dez blocos de perguntas. Enquanto Rollemberg usou o tempo para expor o plano de governo, Frejat insistiu em uma postura mais agressiva. O encontro desta vez foi promovido pela rádio CBN, na manhã desta segunda-feira (20/10), a menos de uma semana do segundo turno das eleições. No domingo (26/10), 1,8 milhão de eleitores devem ir às urnas para escolher o novo chefe do Executivo local.

Jofran abriu o primeiro bloco com uma pergunta sobre transporte público. Lembrou que implementará a tarifa de R$ 1 em janeiro de 2015, e afirmou que Rodrigo Rollemberg nunca precisou andar de ônibus e, por isso, é contra a proposta. Ele definiu como “terror” o posicionamento do socialista, ao dizer que a proposta para o setor é “demagógica e eleitoreira”. O pessebista afirmou que o partido chegou a apresentar uma proposta de introduzir o transporte como direito constitucional. “Devemos caminhar para, no futuro, termos uma tarifa zero. Mas a sua proposta, tirada da cartola, mostra um desespero seu por causa dos resultados nas urnas”, afirmou.

Os dois concordaram sobre a importância de desburocratizar a máquina pública. Ao alfinetar Rollemberg e tentar associá-lo a Agnelo, Frejat afirmou que o atual governo está sem recursos para pagar os salários até dezembro. Ressaltou que o orçamento do DF é alto, mas que pouco do montante total é destinado a investimentos. “Temos um orçamento de R$ 33 bilhões, mas só 1% é aplicado em investimentos. A máquina está inchada”, criticou. Rollemberg afirmou que a principal proposta é simplificar procedimentos. “Além da redução de cargos comissionados, reduzir o número de secretarias”, explicou o candidato, que quer também, caso seja eleito, radicalizar na transparência, com a criação de um conselho com o contas abertas para fiscalizar as contas do governo. “Queremos a população do nosso lado fiscalizando os gastos”.

Jofran Frejat fez, mais uma vez, duras críticas ao senador por ele ter escolhido Hélio da Silva Lima para ser seu suplente. Sindicalista, ex-dirigente do PT e hoje filiado ao PSD, o político foi acusado em 2010, pelo próprio Rollemberg, de abusar sexualmente de uma sobrinha. “Você o acusou de abuso sexual, mas ele vai assumir o seu lugar no Senado se você for eleito, para sentar ao lado de Reguffe e Cristovam Buarque”, criticou Frejat. Rollemberg pediu o direito de resposta, concedido pela rádio CBN. Assim como no debate televisivo, promovido ontem pela Rede Record, Rollemberg afirmou que Frejat estava sendo “leviano e que estaria sendo inclusive processado por Hélio da Silva pela acusação feita em rede nacional”.

Em pergunta de tema livre, Frejat falou sobre a comunidade de Santa Luzia, na Estrutural. Perguntou a Rodrigo Rollemberg o que faria pelos moradores do local. “Em 1º de fevereiro de 2002, o candidato era contra a Estrutural, conforme publicado em matéria do Correio Braziliense. Hoje Santa Luzia está ocupada. O que pretende fazer com esse local?. Mudou de ideia?”. Rollemberg reconheceu ter errado, mas que lutaria para cuidar “com carinho e atenção” tanto desta quanto de outras regiões do DF. “Votei contra a efetivação da Estrutural porque achava que estava fazendo um bem à população. Depois disso eu apoiei diversas cooperativas e pude conhecer melhor a Estrutural e percebo que a Estrutural teria que ser efetivada”, admitiu. Frejat alfinetou: “Você muda de ideia como quem muda de camisa, mas ainda bem que você mudou de ideia”.

Sobre a educação na capital do país, Frejat falou sobre a importância de criar a Universidade do DF e definiu com quatro pilares do plano de governo, caso eleito. “Vamos implantar de fato a escola integral, a bolsa universitária, o estudo técnico de qualidade e a universidade do DF”, afirmou. O candidato falou ainda sobre a intenção de regularizar todos os condomínios do DF e sobre não permitir mais nenhuma invasão que prejudique o meio ambiente. “Brasília precisa deixar de ser uma cidade ilegal”. Rollemberg reafirmou a necessidade de ensino em tempo integral, investimento em capacitação de professores e revisão do currículo das escolas, “transformado a escola em um ambiente transformador”, disse. “Tenho convicção de que isso vai transformar o DF, que será um exemplo de inovação para o Brasil”.

Fonte: Correio Braziliense

TV Record realiza debate entre os candidatos à Presidência, Dilma e Aécio, neste domingo

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SÃO PAULO – Neste domingo (19), a TV Record realizará um debate entre os candidatos à Presidência, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), com mediação dos jornalistas Adriana Araújo e Celso Freitas. O encontro será transmitido simultaneamente pelo portal R7.com.

O formato do debate contará com três blocos e, portanto, dois intervalos comerciais. No primeiro bloco haverá oito rodadas de confronto direto entre os candidatos. O formato será de pergunta de livre escolha, resposta, réplica e tréplica.

O segundo bloco exibirá quatro rodadas de confronto direto. O formato será de pergunta de livre escolha, resposta, réplica e tréplica. O terceiro bloco terá mais duas rodadas de confronto direto e os candidatos farão as considerações finais.

A ordem do início do confronto direto foi definida por sorteio com a participação dos assessores do PT e PSDB.  Dilma Rousseff inicia o primeiro, o terceiro bloco e as considerações finais.  Aécio Neves abre o segundo bloco e encerra as considerações finais.

O programa terá início às 22h e deverá ser encerrado aproximadamente à meia-noite. Haverá reapresentação do programa, na íntegra,  pela Record News, na segunda-feira (20/10), em dois horários, às 8h e às 18h.

Fonte: DCI

Em debate, candidatos ao GDF apresentam poucas propostas e trocam duras acusações

Rollemberg e FrejatComparações com o governador Agnelo Queiroz (PT) e processos administrativos deram o tom da discussão

Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) trocaram duras acusações no debate realizado pelo Correio Braziliense e a TV Brasília na noite desta quinta-feira (16/10). O primeiro e o segundo bloco foram tomados por ataques diretos e poucas propostas. Enquanto Rollemberg tentava ligar Frejat ao grupo de Arruda e Luiz Estevão, Frejat comparou o pessebista com o governador Agnelo Queiroz (PT).

Rollemberg classificou a proposta de Jofran Frejat (PR) de destinar o IPVA para custear a tarifa de ônibus por R$ 1 como eleitoreira. “A população não é boba. É como se o dinheiro do IPVA estivesse parado. Esse dinheiro vai para a educação e  saúde. Quem vai ganhar são os donos das empresas de ônibus, que vão ter esse dinheiro certinho”, disse em resposta à Jofran.

A saúde foi um dos temas centrais nas trocas de farpas entre os postulantes ao GDF. O pessebista classificou como “leviana” a gestão de Frejat, secretário da área em quatro oportunidades no Distrito Federal.

Após lamentar o “nível” do debate, com diversas trocas de acusações, Rollemberg disse que vai equipar hospitais e que “saúde não se faz construindo hospitais, quem faz é o secretário de Obras”. Frejat respondeu que esteve lá para “consertar o trabalho mal feito” de outros governos e exaltou conquistas a nível nacional, classificando o socialista de leviano. “Fui eu que criei o Saúde na família”, ressaltou.

Ainda no clima de tensão, o político do PR alegou que a família do ex-senador teria sido beneficiada pelo governo, na época em que o oponente trabalhava em um ministério. “É um absurdo que no final da sua vida você esteja mentindo”, disparou Rollemberg. ” No fim da vida? Por que? Você vai me matar?”, reagiu Frejat.

Questionado sobre as eleições diretas para administradores, Rollemberg defendeu que a população conhece a cidade e tem que escolher o administrador. Se tiver algum caso de corrupção, o ex-senador alegou que irá fazer uma lei para prever o mecanismo de troca e de eleição para o cargo. Em seguida, o candidato, munido de papéis com denúncias contra o adversário, partiu para o ataque acusou Frejat de desviar recursos.

Sobre a Companhia Energética de Brasília (CEB), concorrente do PR afirmou que o DF tem orçamento e é preciso investir. “Esse governo não se preocupou em recuperar a Companhia”, frisou. “Se ficarmos só no discurso, vamos comprometer seriamente nosso sistema de energia”, complementou. Ainda sobre a CEB, Rollemberg afirmou: “Vamos fortalecer a CEB e todas as empresas públicas do DF. Vamos garantir investimentos e tecnologia”.

Nas considerações finais, Frejat seguiu o script feito para o debate: comparou Rodrigo Rollemberg ao impopular governador Agnelo Queiroz (PT), antigo aliado do pessebista. “Meu adversário já demonstrou contra a tarifa de R$ 1, pois não a propôs. Ele fazia parte do governo do Agnelo, que não funcionou. Ele é o Agnelo dois, mas, assim como o rato abandona o navio quando este afunda, ele deixou o barco”, discursou.

Na contramão do discurso de Frejat, Rollemberg se desvencilhou da imagem de Agnelo. E a classificou como negativa para o DF, assim como a coligação do candidato do PR, aliado, entre outros, de José Roberto Arruda e Luiz Estevão. “Me senti na na obrigação de ser candidato a governador por não me confirmar em ver Brasília com as alternativas que tínhamos”, afirmou. “Uma que representava a incompetência e ineficiência do atual governo, e outra que representava as práticas que levaram Brasília ao maior escândalo da história do DF”, completou.

Fonte: Correio Braziliense

Aécio e Dilma seguem com tiroteio verbal em novo debate na televisão

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Tom agressivo repetiu o do primeiro confronto do segundo turno, na terça.
Debate foi transmitido pelo SBT e organizado por UOL e rádio Jovem Pan.

Os candidatos Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) voltaram a trocar agressões verbais nesta quinta-feira (16) no segundo debate entre presidenciáveis do segundo turno, transmitido pelo SBT e também organizado pelo portal UOL e pela rádio Jovem Pan. O tom foi semelhante ao do debate anterior, na última terça-feira, em que ambos se atacaram mutuamente. O G1 acompanhou em tempo real.

No debate desta quinta, o presidenciável tucano disse em várias passagens que Dilma “mente” e que a campanha dela produz ofensas contras os adversários. “Quem mente é o senhor”, respondia a presidente, candidata à reeleição, que após o debate sentiu um mal estar e teve de interromper uma entrevista.

Em um dos momentos mais tensos do debate, os candidatos trocaram acusações devido ao emprego de irmãos no serviço público. Dilma questionou o fato de a irmã de Aécio, Andreia, ter atuado no governo de Minas Gerais na época em que ele foi governador. “Ela era responsável pela gestão das verbas em todas as questões relativas a propaganda”, afirmou a petista, que, a exemplo do debate anterior. destacou que o rival também empregou tia, tio e três primos no governo mineiro.

Aécio reagiu dizendo que a irmã assumiu o serviço de voluntariado de Minas Gerais, trabalhando sem remuneração, e fez referência ao irmão de Dilma, Igor Rousseff. “A senhora conhece o sr. Igor Rousseff? Seu irmão foi nomeado pelo prefeito Fernando Pimentel [do PT, que governou Belo Horizonte entre 2002 e 2009] e nunca apareceu para trabalhar. A diferença é que a minha irmã trabalha muito e não recebe nada. O seu irmão recebe e não trabalha”, respondeu o tucano.

Os candidatos começaram a atingir um ao outro logo na abertura do debate, quando responderam à pergunta “Por que quer ser presidente da República?”

Aécio iniciou, dizendo que é candidato “para encerrar um ciclo de governo que fracassou”. Disse que a educação e a saúde pioraram e que o Brasil é um “cemitério de obras inacabadas”. Dilma devolveu afirmando que é candidata de um projeto contra a “exclusão”, referindo-se aos governos do PSDB. “Faço parte de um projeto que construiu as bases para um Brasil moderno, mais inclusivo, mais produtivo”, declarou.

No debate, os dois voltaram a discutir sobre corrupção na Petrobras. Na primeira pergunta que formulou, Aécio Neves mencionou uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) e apontou irregularidades de R$ 18 bilhões na construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Dilma afirmou que a diferença entre os dois é que ela manda investigar. “Onde estão os corruptos da compra de votos para a reeleição, do metrô de São Paulo, do Sivam, da privataria tucana? Todos soltos”, disse, em referência a casos que envolveram integrantes do PSDB.

Aécio reagiu: “Onde estão os corruptos do seu partido? Estão presos”, disse, em referência a petistas condenados no julgamento do mensalão. Ele disse que falava de denúncias “de agora”. “Não é possível que a senhora não se sinta responsável. Ou foi conivente ou incompetente”, declarou.

A petista citou denúncia de que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, em depoimento ao Ministério Público, teria afirmado que deu propina ao ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra – que já morreu – para esvaziar uma Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a investigar a Petrobras em 2009.

Na resposta, Aécio disse que, pela primeira, vez a presidente reconheceu denúncias de Paulo Roberto Costa, que fez acordo de delação premiada e, em troca de prisão domiciliar, passou a colaborar com a Justiça nas investigações sobre corrupção na Petrobras. “Se a sra. não tem receio, por que seu partido impediu que o sr. Vaccari fosse à CPI”?, disse Aécio, referindo-se ao tesoureiro do PT, que, segundo depoimentos de Costa, também se beneficiou de propinas de contratos na estatal.

Dilma declarou que Aécio tem “dois pesos e duas medidas” e prometeu que investigará “sem constrangimento tudo e todos”. O tucano também defendeu a investigação de “todos” e criticou o que chamou de tentativa do Planalto de impedir o funcionamento da CPI da Petrobras.

No primeiro bloco, Aécio levantou o tema inflação, questionando Dilma sobre medidas que ela pretende tomar para controlar os preços dos produtos. A presidente disse ter “certeza” de que a inflação está “sob controle” e afirmou que há “choques de oferta” de energia e de alimentos por causa da seca. Aproveitou para criticar o desabastecimento de água em São Paulo, estado governado pelo PSDB. O tucano replicou e disse que Dilma “não tem nenhuma solução” para enfrentar a alta de preços. “Você compra com o mesmo dinheiro hoje o que comprava seis meses atrás?”, questionou o candidato. A petista afirmou que o PSDB entregou o governo com mais de 11,4 milhões de desempregados e disse que não combaterá a inflação “com métodos de arrochar salário, desempregar e não investir”.

Noutro momento, Dilma questionou o tucano sobre a importância de se realizar o teste do bafômetro. “Eu tive um episódio em que parei numa blitz da Lei Seca com a licença vencida e não fiz o exame. Me arrependi disso”, respondeu o tucano. Para a petista, o assunto da Lei Seca tem que ser tratado “com mais cuidado”. “Eu não dirijo sob efeito de álcool ou droga”, afirmou a petista. “Seja correta, seja séria. Mentir e insinuar ofensas como essa é indigno para uma presidente da República”, afirmou.

Aécio perguntou se a candidata “mente tanto” porque não tem “nada a apresentar”. Dilma afirmou que a gestão do tucano em Minas deixou de investir R$ 7,8 bilhões na saúde e R$ 8 bilhões na educação. “Como o senhor acha que pode se sentar aqui e se furtar a explicar porque teve que assinar um termo de ajustamento de gestão?”, questionou a petista. Aécio disse que Dilma desrespeita Minas e elogiou a gestão da saúde e da educação no estado. Disse que o Tribunal de Contas aprovou as contas do governo dele por unanimidade. Dilma afirmou que Minas não se confunde com Aécio e que nasceu no estado antes dele. “Eu nasci em Minas, saí de Minas não fui para passear no Rio de Janeiro”, afirmou.

A exemplo do debate anterior, Dilma voltou a indagar o rival sobre a construção de um aeroporto no município de Claudio (MG), em uma fazenda que pertenceu ao tio do tucano. “Uma das coisas mais importantes do país é que não podemos tolerar uso de bens públicos para beneficiar A, B ou C”, declarou. Aécio afirmou que é “muito triste ver uma presidente da República mentindo” e cobrou a entrega de aeroportos prometidos pela petista na Presidência.

Considerações finais
Nas considerações finais, Dilma afirmou que os governos passados “só viam as elites”, mas que a gestão dela “olha para todos os brasileiros”. Disse que o Brasil enfrentou a crise internacional “de peito aberto” e prometeu saúde e educação de qualidade e manter a “trajetória de conquistas sociais a todos”.

O tucano afirmou que quer ser presidente porque, segundo ele, o Brasil “não pode viver mais quatro anos de tanto desgoverno”. Ele disse que não quer dividir, mas ser presidente da “integração nacional” e afirmou que não tratará “o adversário como inimigo a ser batido a qualquer custo” e em favor da “verdade”.

Fonte: G1

UOL, SBT e Jovem Pan fazem debate com presidenciáveis nesta quinta

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UOL, o SBT e a rádio Jovem Pan realizarão um debate com os candidatos à Presidência da República nesta quinta-feira (16), das 17h45 às 19h25, em São Paulo. O debate terá transmissão ao vivo na internet, na TV e no rádio.

Este é o segundo encontro entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) na disputa ao segundo turno. No último dia 14, no primeiro debate realizado pela Band, Aécio e Dilma trocaram provocações o tempo todo, acusaram um ao outro de mentir e usaram supostos casos de corrupção para se atacarem.

De acordo com as regras acordadas entre as campanhas, os candidatos estarão posicionados em púlpitos separados. No púlpito central estará o mediador do debate, o apresentador Carlos Nascimento.

O debate terá duração total de 1 hora e 20 minutos. Serão três blocos com dois intervalos de quatro minutos.

No primeiro bloco, Nascimento fará a apresentação inicial e dará as explicações sobre as regras do debate. Passa então a palavra para o candidato Aécio Neves (conforme definido por sorteio na reunião com representantes das campanhas), que terá um minuto e 30 segundos para responder a pergunta “Por que o senhor quer ser presidente?”. Na sequência, a candidata Dilma Rousseff responde a mesma pergunta, também em um minuto e meio.

Depois, o apresentador abre a rodada de perguntas e respostas entre os candidatos. São quatro rodadas no primeiro bloco. Segundo o sorteio, quem abre a rodada é o candidato Aécio Neves. Os tempos determinados para pergunta, resposta, réplica e tréplica são os seguintes: pergunta – 1 minuto; resposta – 2 minutos; réplica – 1 minuto; tréplica – 1 minuto. Esses tempos serão seguidos nos demais blocos.

No segundo e no terceiro blocos, serão feitas perguntas livres entre os candidatos. Quem abre as rodadas nesses dois blocos é a candidata Dilma Rousseff, conforme definição por sorteio.

Após a quarta rodada de perguntas do terceiro bloco, o mediador chamará as considerações finais. Cada candidato terá um minuto e meio para fazê-las. A ordem das considerações finais definida por sorteio é a iniciada pela candidata Dilma Rousseff e encerrada pelo candidato Aécio Neves.

No primeiro turno, UOL, SBT, Jovem Pan e Folha realizaram um debate entre os 7 candidatos cujos partidos têm representatividade no Congresso.

Fonte: UOL

Frejat e Rollemberg se enfrentam em debate do Correio e da TV Brasília

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Os dois candidatos vão discutir temas de interesse do DF e responder a perguntas de jornalistas

O Correio Braziliense e a TV Brasília realizam amanhã debate do segundo turno com os candidatos ao Governo do Distrito Federal. Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) ficarão frente a frente, a partir das 22h30, para discutir temas de interesse do Distrito Federal e ressaltar pontos de seus programas de campanha. O debate terá transmissão ao vivo pela TV Brasília e pelo site http://www.correiobraziliense.com.br. com cobertura completa do Correio. O objetivo é confrontar ideias e ajudar o eleitor a tomar uma decisão nas eleições de 26 de outubro.

O evento terá um tempo total de 1h30, dividido em três blocos. Na primeira e na segunda etapas, jornalistas do Correio e da TV Brasília questionarão os concorrentes sobre temas como ética, administração pública, saúde, transporte, segurança, relação com a Câmara Legislativa e preservação de Brasília, entre outros. Nos mesmos blocos, haverá rodadas de perguntas entre os próprios candidatos. A ordem das questões será sorteada previamente na presença de assessores apontados pelos concorrentes.

Na parte em que os jornalistas farão as perguntas a Rollemberg e Frejat, cada um terá dois minutos para se expressar. O adversário vai contar com 45 segundos para comentar a resposta, com outros 45 segundos de réplica. Já na etapa de perguntas e respostas entre eles, haverá um minuto para a questão, dois minutos para argumentação e 45 segundos para réplica e tréplica, respectivamente.

Fonte: Correio Braziliense

Em debate tenso, Dilma pronuncia inverdades sobre Armínio Fraga e o Bolsa Família

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Por Fred Lima

Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) partiram para o confronto no debate promovido ontem (14) pela TV Bandeirantes. O tema da corrupção dominou parte do confronto, mas o que chamou a atenção foram algumas inverdades pronunciadas pela candidata-presidente que tenta a reeleição.

Dilma proferiu algumas mentiras sobre o ex-presidente do Banco Central do governo Fernando Henrique Cardoso, Armínio Fraga, que não passaram despercebidas pelo eleitor informado e atento. Aécio lembrou os elogios do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci ao ex-presidente do BC e provável ministro da Fazenda em caso de vitória do tucano.  “A mais importante reforma dessas quatro décadas foi a adoção do regime de metas para inflação, quando aqui esteve Armínio Fraga e, na Fazenda, o colega Pedro Malan (…) Sua implantação (do regime de metas), a partir de 1999, coroou uma nova fase de atuação do BC”, afirmou Palocci, em 2005 (para ler na íntegra clique AQUI).

A verdade é que o PT cogitou a permanência de Fraga no BC, como mostra notícia do jornal Folha de S. Paulo à época (clique AQUI). Ora, se foi cogitada a permanência é porque a gestão de Armínio Fraga à frente do BC não foi ruim, ao contrário do que afirma a candidata-presidente, hoje.

Outra inverdade pronunciada por Dilma diz respeito ao Bolsa Família, que nada mais é do que a junção dos programas Bolsa Escola, Bolsa Alimentação e Vale-Gás, ambos criados durante o mandado de Fernando Henrique Cardoso. A candidata-presidente alegou que o Bolsa Família não tem nenhuma relação com as outras bolsas mencionadas. Veja o que diz a Lei nº 10.836, de 2004:

“Parágrafo único. O Programa de que trata o caput tem por finalidade a unificação dos procedimentos de gestão e execução das ações de transferência de renda do Governo Federal, especialmente as do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Educação – Bolsa Escola, instituído pela Lei nº 10.219, de 11 de abril de 2001, do Programa Nacional de Acesso à Alimentação – PNAA, criado pela Lei n o 10.689, de 13 de junho de 2003, do Programa Nacional de Renda Mínima vinculada à Saúde – Bolsa Alimentação, instituído pela Medida Provisória n o 2.206-1, de 6 de setembro de 2001, do Programa Auxílio-Gás, instituído pelo Decreto nº 4.102, de 24 de janeiro de 2002, e do Cadastramento Único do Governo Federal, instituído pelo Decreto nº 3.877, de 24 de julho de 2001.

Além disso, quem sugeriu a junção das bolsas ao então presidente Lula foi o governador Marconi Perillo (PSDB-GO), após o fracasso do programa petista Fome Zero (assista AQUI).

Em todos os debates é importante que os candidatos falem a verdade, pois o famoso ditado popular diz que a mentira tem pernas curtas.

Da Redação

Band promove debate entre Dilma e Aécio

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Candidatos realizarão hoje o primeiro debate do segundo turno, às 22h15

A Band realiza na noite desta terça-feira, às 22h15, o primeiro debate do segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). O internauta do Portal da Bandpoderá acompanhar ao vivo o evento e também os bastidores com a chegada dos candidatos, a partir das 20 horas.

Em uma eleição com muitas reviravoltas e campanhas agressivas, o primeiro debate entre os candidatos promete ser ainda mais disputado. A 12 dias da eleição, o eleitor quer que este encontro proporcione algumas respostas importantes.

“O primeiro debate do segundo turno vai indicar a postura que cada um dos candidatos vai adotar na reta final da campanha”, afirma o diretor de Jornalismo do Grupo Bandeirantes, Fernando Mitre. “Uma das novidades do debate será as considerações iniciais. Cada candidato terá dois minutos livres para falar logo no início do encontro”, diz.

“Nós vamos ter 48 momentos em que um candidato vai ou perguntar, ou responder, ou replicar ou treplicar no confronto com o outro. E isso é uma novidade incrível nessa campanha e será uma oportunidade maravilhosa para que o telespectador veja as diferenças e faça as suas comparações”, complementa Mitre.

O internauta do Portal da Band também poderá acompanhar nos intervalos e após o debate uma análise com os cientistas políticos Pedro Fassoni e Vera Chaia, ambos da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

O debate também será transmitido pela BandNews TV, pelas rádios Bandeirantes e BandNews FM e pelo aplicativo da Band para smartphones e tablets. Os eleitores poderão fazer comentários pelo Twitter com a hashtag #debatedaband.

O debate terá 1h20 de duração, com quatro blocos de perguntas e respostas e um para as considerações finais. Como serão apenas dos concorrentes, o direito de resposta, quando solicitado por algum candidato, só será concedido se a eventual ofensa tiver ocorrido na última fala de cada bloco.

A responsabilidade de mediar esse encontro determinante para o futuro do País será do jornalista Ricardo Boechat. “Quem é o público? É você, o eleitor que tá aí, contando com a possibilidade, neste confronto, que não é ponto corrido, é mata-mata, agora no segundo turno, praticamente. Você poder decidir o que vai fazer com seu voto”, afirma.

Fonte: Band Notícias